
Política não é palco.
É responsabilidade.
Rafael Milanesi
Sou economista formado pelo Insper.
Trabalhei nove anos no mercado financeiro.
Decidi sair da zona de conforto porque não dá mais para assistir ao Brasil de fora.
O país tem jeito, mas alguém precisa assumir a responsabilidade.
Quem sou eu
Não venho de uma família de políticos.
Venho de uma família que sempre discutiu o país com seriedade.
Desde cedo aprendi que política não é torcida — é responsabilidade.
Sou economista formado pelo Insper e construí minha carreira no mercado financeiro. Iniciei minha carreira no Itaú BBA e, posteriormente, atuei em uma gestora de fundos de investimentos, onde me consolidei como economista-chefe e braço direito do CEO.
Ao longo desses anos participei de decisões estratégicas, negociações complexas e processos de governança.
Aprendi a planejar, estruturar e assumir responsabilidade por resultados.
Mas sempre entendi que números são apenas parte da equação.
O que realmente importa é o impacto das decisões na vida das pessoas.
Nos últimos anos, ao acompanhar o que acontece no Congresso — especialmente na Câmara dos Deputados — ficou evidente o distanciamento entre as prioridades reais do país e parte da atuação política.
Reclamar nunca foi suficiente para mim.
Por isso decidi sair do mercado financeiro e me dedicar integralmente à construção de uma atuação política responsável, técnica e comprometida com soluções concretas.
Não para militar.
Mas para estudar, compreender e construir.
Linha do tempo
Uma trajetória construída com estudo, trabalho e responsabilidade

Ingresso no Insper
Início da participação em projetos sociais, como o GAS Insper e o projeto Bem Gasto.

Presidência do Bem Gasto
Liderança institucional da ONG, com parcerias e atuação em educação financeira para turmas de EJA e comunidades periféricas.
Itaú BBA
Início da carreira no mercado financeiro.
Gestora de Investimentos
Ingresso em gestora de fundos de investimento, atuando como associado em projetos estratégicos e análises econômicas.
Economista-chefe e Head Executivo
Assunção de funções executivas, liderança de equipe e participação nas decisões estratégicas da gestora.
Transição para a vida pública
Decisão de direcionar a carreira para a construção de uma atuação política responsável e comprometida com soluções concretas.
Política com verdade.
Educação com propósito.
Experiência social e compromisso humano
Desigualdade não é estatística. É realidade.
Muito antes de pensar em disputar qualquer espaço político, eu já estava envolvido com iniciativas sociais.
Durante a graduação no Insper, participei da estruturação do projeto Bem Gasto, que posteriormente se consolidou como uma ONG dedicada à educação financeira.
Atuei como presidente da organização em 2014, representando a iniciativa publicamente e contribuindo para a consolidação institucional do projeto.
Nesse período firmamos parcerias com:
- Fundação Mário Covas;
- Projeto Arrastão;
- Colégio Porto Seguro;
- Colégio Lourenço Castanho.
Atuamos com turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e em comunidades periféricas, levando educação financeira como ferramenta de autonomia e mobilidade social.
Também integrei o Grupo de Ação Social do Insper (GAS) ao longo da graduação, participando de iniciativas voltadas ao impacto social e ao voluntariado.
Atualmente atuo como voluntário na ONG Hamburgada do Bem, que realiza ações sociais com crianças em comunidades vulneráveis em diferentes regiões do país.
Eu participo principalmente das ações realizadas na cidade de São Paulo.
Durante essas atividades, atuo no acompanhamento de crianças que necessitam de atenção individual ao longo de todo o dia da ação — participando das brincadeiras, das atividades e garantindo que tenham cuidado, presença e acolhimento em cada momento da experiência.
São momentos simples, mas profundamente transformadores. Experiências que lembram, sobretudo a nós voluntários, que muitas vezes recebemos muito mais do que imaginávamos oferecer — e que é nesse encontro humano que se revelam as verdadeiras dimensões da dignidade.
Foi em experiências como essas que entendi que desigualdade não é teoria.
É uma realidade concreta.
E realidade concreta exige responsabilidade concreta.


Para mim, um país que aceita gente morrendo de fome
ACEITOU FRACASSAR
COMO SOCIEDADE
Minha convicção
Acredito que a política só faz sentido quando reduz desigualdades e garante dignidade.
Dignidade com educação.
Dignidade com oportunidade.
Dignidade com comida na mesa.
É por isso que estou aqui.
Sou um brasileiro comprometido em reduzir desigualdades e garantir dignidade com educação, oportunidade e comida na mesa.
O que eu defendo
Educação
Educação de qualidade como motor de mobilidade social, desenvolvimento econômico e construção de futuro.
Defendo uma escola pública forte, que prepare os jovens para a vida real — com formação acadêmica sólida, educação financeira e educação política como parte da formação cidadã.
Sem educação forte,
não existe país forte.
Integridade
Política feita com verdade, responsabilidade e respeito ao dinheiro público.
Transparência, coerência e compromisso com o interesse público são a base da confiança entre sociedade e Estado.
Combate às desigualdades
Reduzir desigualdade não é apenas justiça social.
É estratégia de desenvolvimento.
Sociedades mais igualitárias são mais produtivas, mais estáveis e criam mais oportunidades para todos.
Inclusão produtiva, mobilidade social e acesso real a oportunidades precisam ser políticas permanentes de Estado.
Segurança alimentar
Segurança alimentar não é assistencialismo.
É dignidade — e também inteligência econômica.
Garantir que ninguém passe fome permite que pessoas estudem, trabalhem e participem da economia com autonomia.
Uma sociedade onde todos têm acesso ao básico é também uma sociedade economicamente mais forte.
Quando famílias têm acesso regular à alimentação, o consumo local cresce, pequenos negócios se fortalecem e a atividade econômica das comunidades se desenvolve.
Combater a fome cria um ciclo que aumenta a produtividade, fortalece a economia e contribui para um ambiente mais estável para atrair investimentos e impulsionar o crescimento econômico do país.
Fome é uma falha humana e social inaceitável.
Educação de qualidade, saúde e segurança são direitos de cada cidadão brasileiro.
A fome não é apenas uma questão de direitos — é, antes de tudo, uma questão de dignidade humana.
Renovação política
Romper com o velho jeito de fazer política.
Gestão pública moderna, técnica e planejada, baseada em método, responsabilidade e compromisso social.
Minha geração precisa ocupar espaços com
preparo, seriedade e propósito.
Combate à corrupção
Tolerância zero com desvios, privilégios e aparelhamento do Estado.
Dinheiro público tem dono: o cidadão brasileiro.
Defendo transparência real no uso dos recursos públicos — especialmente nas emendas parlamentares — para que qualquer pessoa possa saber quanto foi destinado, para onde foi enviado e qual resultado foi entregue.
Governança forte, mecanismos que previnam a corrupção na origem, rastreabilidade total dos recursos e prestação de contas permanente são a base de um Estado sério.
Política velha discute cargos.
Política nova discute como ninguém mais vai dormir com fome.
Democracia é limite
Democracia não é opinião.
É a regra do jogo.
Dentro da democracia, tudo pode ser debatido.
Fora dela, não há debate possível.
Divergência ideológica é legítima.
Ataque às instituições não é.
Sou firme na defesa da democracia porque sem ela não existe justiça, nem crescimento, nem futuro.
Dentro da democracia, tudo se debate.
Fora dela, não há debate possível.
Visão de Futuro
O Brasil precisa sair da política do medo e voltar a discutir o futuro.
Há décadas, muitos políticos tentam mobilizar a sociedade pela ameaça de catástrofes, crises imaginárias ou inimigos inventados.
O medo divide.
O medo paralisa.
E o medo impede soluções reais.
Enquanto o debate gira em torno do medo, os problemas reais do país continuam esperando solução.
O Brasil tem desafios enormes na educação, na economia, na segurança e na redução das desigualdades.
Mas também tem pessoas preparadas para enfrentar esses desafios e construir caminhos melhores.
Se a nossa geração não assumir responsabilidade agora, não poderá reclamar no futuro que nada mudou.
Se você também acredita nisso,
Então vamos construir esse futuro juntos.
